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Serviço 02 — Engenharia de cardápio

Engenharia de cardápio: o seu deveria estar vendendo por você.

Seu cardápio deveria ser seu melhor vendedor.

Todo restaurante tem um prato que vende muito e deixa quase nada. Quase nenhum dono sabe qual é o seu.

Ele aparece no relatório como campeão de vendas, ocupa a melhor posição do cardápio e consome a maior parte da cozinha num sábado à noite. Só que quando você abre a ficha técnica — se ela existir — descobre que a margem dele é a menor da casa. Você está usando seu melhor espaço e seu melhor horário para vender seu pior negócio.

Engenharia de cardápio é a disciplina que encontra esse prato. E os outros trinta que estão na posição errada.

Para quem é

Se alguma destas frases é sua, o problema está no cardápio.

01

O movimento é bom e no fim do mês não sobra o que deveria sobrar. As contas fecham, mas raspando.

02

O delivery cresceu e a margem encolheu junto. Você vende mais e ganha menos, e ainda não conseguiu explicar isso para si mesmo.

03

Você nunca calculou o CMV prato a prato. Ou calculou uma vez, há dois anos, antes de três altas de insumo.

O que você recebe

Entregáveis

Fichas técnicas

Custo real de cada prato, com rendimento e perdas contabilizados. A maioria dos restaurantes não tem. Você vai ter.

Análise de CMV

Por item e consolidado, comparado com a referência da sua categoria. Pizzaria não se compara com self-service.

Matriz estratégica

Cada prato classificado por margem e popularidade, e o que fazer com cada grupo. É aqui que aparece a surpresa.

Reprecificação

Preço novo item a item, com a conta aberta. Você vai entender cada mudança, não só recebê-la.

Descrições persuasivas

Cada prato reescrito para provocar desejo e justificar preço. É a etapa mais barata do processo e a que mais devolve.

Novo design

Diagramação que conduz o olho até o que dá lucro. O olho tem trajeto previsível. A maioria dos cardápios ignora isso.

Versão delivery

Aplicativo cobra comissão, embalagem tem custo e a tela lê diferente do papel. Outra peça, não a mesma reduzida.

Comparativo de 90 dias

Os números antes e depois, lado a lado.

Método

Do custo real ao número comparado.

01

Levantamento

Fichas técnicas, custo real de insumo, rendimento, perdas e o relatório de vendas dos últimos três meses. Sem esse dado, tudo o que viesse depois seria opinião — e opinião sobre cardápio todo mundo já tem de graça.

1 a 2 semanas
02

Matriz estratégica

Cada prato entra num de quatro grupos, cruzando margem com popularidade. É a reunião mais desconfortável e mais lucrativa do projeto.

1 a 2 semanas
03

Reprecificação

Nem todo ajuste é para cima. Boa parte do ganho vem de reposicionar o que já tem margem, não de cobrar mais pelo que já vende.

1 semana
04

Reescrita das descrições

“Filé com fritas” e “filé maturado 21 dias, batata rústica na manteiga de ervas” são o mesmo prato. Não são o mesmo preço.

1 semana
05

Design e diagramação

Versão impressa e versão delivery.

2 semanas
06

Comparação dos números

Voltamos e comparamos ticket médio, CMV e mix de vendas com o ponto de partida. O projeto não termina na entrega do arquivo.

90 dias após
Dúvidas frequentes

O que costumam perguntar.

Preciso ter ficha técnica pronta?

Não. A maioria não tem. Montamos na primeira etapa e ela fica sendo sua — útil muito depois deste projeto terminar.

Vou ter que aumentar os preços?

Nem sempre, e quase nunca em tudo. A maior parte do ganho vem de mudar o que o cliente pede, não o quanto ele paga.

Meu cardápio já é bonito.

Cardápio bonito e cardápio que vende são coisas diferentes. Este trabalho começa na planilha e termina no design — nunca o contrário.

Em quanto tempo eu vejo?

O efeito aparece nas primeiras semanas. Medimos com rigor aos 90 dias, porque antes disso sazonalidade e novidade distorcem a leitura.

Outros serviços

Talvez seu problema seja outro.

Próximo passo

Vamos olhar os seus números.

Traga o cardápio e o relatório de vendas dos últimos três meses. A primeira conversa já costuma revelar onde está a margem perdida.